Friday, September 22, 2006

Vamos Lá Falar Verdade

No artigo posto em 20.09 com o título “Amaral Lopes Fala de Oeiras, no fim do penúltimo parágrafo da primeira página afirma, e passo a citar:

O problema é que não pode ser José Amaral Lopes a fazê-lo, não tem legitimidade política para tal”.

Quem tem? Você? Como? Porquê? Quem lha deu?? Em que conhecimentos filosóficos e políticos se baseia para fazer tal afirmação?

Passemos a analisar: Como já o afirmei anteriormente sou um dos militantes da Secção de Algés, que sabe o suficiente do seu percurso político, e a conclusão a que chego é que quem não tem legitimidade para nada, nem sequer para conspurcar o nome do PSD, cada vez que fala nele, é você.

Ouvi dizer que você aqui há uns anos atrás, no tempo em que ainda era militante do PSD, fez parte da assembleia de freguesia de Carnaxide. Lutou muito por esse lugar elegível, acho que bem acima na lista, mas quando não foi escolhido para o Executivo ficou muito aborrecido.

Como era um bom militante e cumpridor dos seus deveres, para com a população que o ajudou a eleger, depois de eleito, nunca lá pôs os pés, não dava satisfações, nunca o conseguiam localizar em sítio nenhum, e o PSD teve que lhe pedir que renunciasse ao lugar, para poder preenchê-lo com outro companheiro. Que lindo exemplo, não acha?? É só moralidade.

Ao fim de alguns anos de afastamento da militancia activa, regressa e fazia parte da Comissão Política que decidiu sobre o candidato à Câmara Municipal de Oeiras em 2005.

Quando esse assunto começou a ser abordado na Comissão Política, ouviu-se muitas vezes da sua boca, em conversas de café, e segundo parece até a membros da Comissão Política “A Lena está louca ao querer embarcar neste barco. Tem que haver ponderação” – São palavras suas.

Afirma mais adiante “José Amaral Lopes foi promotor de um almoço ....terão decidido apoiar Isaltino........num lugar de topo” e continua a contar um chorrilho de mentiras até ao fim do artigo.

A mentira é imoral e Você mente na afirmação que faz; Não sei se intencionalmente ou se também lhe mentiram a si. Mas eu sei a verdade e os verdadeiros militantes da Secção de Algés também a sabem por que eu ouvi como outros, todas as explicações que foram dadas pela Comissão Política e pelo Amaral Lopes sobre todos os procedimentos até à decisão tomada. Esta história está gasta.

Vamos lá, Deixem de Mentir. A mentira tem perna curta. O Futuro irá provar que quem tinha razão em todas as decisões tomadas era exactamente o Amaral Lopes.

Isto é que lhes custa a engolir, mas vá lá, bebam água mineral; talvez consigam!!!!

A Verdade dos Factos

1º Episódio – Em Maio ou Junho de 2004 ....... Estava o Amaral Lopes posto em sossego no Palácio da Ajuda, a desempenhar, e bem, o cargo de Secretário de Estado, e eis que recebe um telefonema de Isaltino Morais, seu ex-colega de Governo, a convidá-lo para almoçar, para se falar sobre Oeiras.

2º Episódio - O Amaral Lopes, que não joga na sombra, respondeu-lhe que uma vez que a conversa era sobre o PSD, achava bem que fosse também a Mª Helena Lopes da Costa (que nessa altura era Vice Presidente da CPS), e perguntou-lhe se via alguma coisa contra, ao que Isaltino respondeu que não.

3º Episódio – O Amaral Lopes telefonou à Maria Helena que logo se dispôs a ir e foi marcada a data do almoço.

4º Episódio – Ao Almoço o Isaltino diz que se vai candidatar à Câmara de Oeiras e pede o apoio da Secção de Algés. Oferece o nº2 da Lista à Maria Helena Lopes da Costa, dizendo-lhe que se ela aceitasse ser o nº 2, abandonaria a Câmara ao fim de um ano, e ela seria a PRESIDENTE da CMOeiras. Convidou também o Amaral Lopes para integrar a lista porque o que ele queria era o apoio do PSD SECÇÃO DE ALGÉS.

O Amaral Lopes não se comprometeu com nada, repito e que fique claro de uma vez por todas, até porque tinha que transmitir à restante Comissão Política toda esta conversa. A decisão não seria só dele, mas sim da CPolítica. E Fê-lo, contra a vontade da Mª Helena , porque ela defendia que não se devia discutir o assunto com a CPS, deviam manter sigilo sobre o assunto e aguardar novos desenvolvimentos. A decisão seria tomada conforme lhes desse mais jeito, achava ela, e posteriormente comunicada à CPSecção como um facto consumado; ela argumentava que Santana Lopes, então presidente do partido, assim o determinava.

A CP Secção enganada com estes argumentos, contrariados ou não, teriam que aceder aos seus intentos. Mentia com uma total falta de respeito pelos seus companheiros de Comissão Política e pelo Presidente.

Argumentava também que havia questões políticas mais prementes para tratar:

O Governo do PSD não ía bem, previa-se que a qualquer momento podia caír, como aliás veio a acontecer. Lembro-lhe que Helena Lopes da Costa era Vice (imcompetente) ao Cubo – VicePresidente da CPS Algés, Vice-Presidente da CPDistrital de Lisboa e Vice-Presidente da CP Nacional. (Segundo parece para conseguir manter a vice-presidência da Comissão Política Nacional, chorou, chorou muito, “amoleceu o coração de Santana Lopes”. Parece que muitos não queriam lá, mas Santana cedeu, em má hora)

Você tem memória muito curta. Como membro da CPS também não achava ser aconselhável o apoio a Isaltino Morais.

Quero lembrar-lhe que as Autárquicas foram em Outubro de 2005.

5º Episódio – O Governo PSD cai. Santana Lopes regressa à CMLisboa.

Começa o Folhetim Helena Lopes da Costa Versus Câmara Municipal de Lisboa.

Aqui, Helena Lopes da Costa começa a tentar convencer Amaral Lopes que Santana Lopes a achava indispensável na lista de Lisboa e que então teria que ser ele a avançar para a Lista de Oeiras. Mas também só se daria conta disto a Isaltino, “na hora certa”. Agora era cedo.

Esta Telenovela Merece um Outro Desenvolvimento

6º Episódio – O que ninguém sabia era que as conversas e encontros com toda a máquina que estava a ser montada já por Isaltino Morais a preparar o arranque da sua campanha foram muitas. Fizeram-se muitas reuniões e encontros entre os dois, e tudo ficou alinhavado e pronto para na altura certa se dar o golpe de misericórdia na CPS Algés.

7º Episódio – Santana Lopes quando soube de todo este enredo ficou furioso, segundo penso saber, e Helena ficou com uma batata a ferver nas mãos, e mais uma vez tentou “usar” o Amaral Lopes, passando-lhe a “Bola de Fogo” para as mãos.

8º Episódio – Helena Lopes da Costa, ao perceber que nunca faria parte novamente das listas de Vereação de Lisboa (Coisa que ela dava anteriormente como certa e por isso não lhe interessou explorar a proposta de Isaltino), começa então a negociar com o Isaltino o apoio da Secção de Algés, afirmando-lhe que não devia preocupar-se, porque isso lhe garantia ela.

Toda a Comissão Política desconhecia “esta negociata”, incluindo o Amaral Lopes.

9º Episódio - Ela não contava foi com a substituição do Presidente do Partido.

Marques Mendes ela não conseguia enganar. Então e agora?? Havia que apostar tudo na Câmara de Lisboa. Santana Lopes era fácil de levar à certa, pensava ela, então tinha que ser tirado Marques Mendes da Presidência do Partido, ele não podia lá chegar. Maria Helena decide então apoiar Luís Filipe Meneses. Era a sua última oportunidade para levar à certa os seus intentos.

10º Episódio –Congresso Nacional

Um pequeno aparte sobre o apoio a Luís Filipe Meneses: Um dos argumentos que ela usava para convencer os membros da CPS a darem o apoio a Luís Filipe Meneses era e vou citar “O homem fica lá no Porto, não nos chateia, vai sabendo o que se passa por nós e entretanto nós cá em Lisboa vamos trabalhando e seguindo com aquilo que nos dá jeito, Ah! Ah! Não acham?? Ah, Ah, Ah. Já se preparava para atraiçoar outro e servir-se dele.

Sobre o apoio à candidatura de Luís Filipe Meneses é outra Telenovela tipo Mexicana. Ficará para outra oportunidade.

11º Episódio – Marques Mendes ganha o Congresso e Meneses perde e lá fica ela novamente perdida. Então e agora quem vou eu enganar?? Pergunta ela a si própria.

12º Episódio - Começa o Folhetim Helena Lopes da Costa Versus Câmara Municipal de Lisboa.

Este folhetim também merece ser tratado em pormenor. Tem partes de ir às lágrimas!!!!

13º Episódio – Começa então a inteligente “donzela....”a somar 2+2, a tomar café com este ou aquele membro da Comissão Política, tentando convencê-los da bondade da ideia genial que tinha tido; Apoiar Isaltino Morais e então joga em dois tabuleiros:

Por um lado luta para que seja Santana o Candidato e Lisboa e quando vê que essa não é já uma solução credível, “oferece-se” a Carmona para o apoiar, chega quase a pedir por favor, com a esperança de ainda conseguir enganar mais um, e ficar em Lisboa.

Por outro lado, continua a lutar pelo apoio a Isaltino Morais em Oeiras. No fim de tudo podia ser que conseguisse uma Administração de uma Empresa Municipal.

Ordena a 2 ou 3 “assalariados”, a quem tinha arranjado emprego na Câmara Municipal de Lisboa, e que dela dependiam para receber o ordenado ao fim do mês, que votassem com ela na CPSecção o apoio à candidatura de Isaltino Morais.

Prepara as espingardas e apresenta-se numa reunião da CPolítica, cuja ordem de trabalhos não era sequer essa, põe o assunto em cima da mesa, quer obrigar a que se tomasse uma decisão por votação, e perdeu.

A Maioria da Comissão Política decidiu que não tomava decisões precipitadas, que o assunto tinha que ser analisado e discutido antes de se tomarem decisões. De acordo com o que tinha sido aprovado no Congresso, e a não ser que Oeiras fosse considerada excepção às orientações aprovadas para escolha dos candidatos, a candidata à Câmara Municipal de Oeiras seria Teresa Zambujo

14º Episódio – A Comissão Política deliberou

1- pedir uma reunião à Comissão Política Nacional

2- solicitar à Nacional que fossem encomendadas sondagens

3- discutir com a Nacional as deliberações que tinham sido aprovadas no congresso sobre a escolha dos candidatos.

15º Episódio – Gritos e ranger de dentes, falta de respeito na forma como manifestavam o seu desagrado pela deliberação. A Helena Lopes da Costa a receber insistentes chamadas de Isaltino, perguntando-lhe como estavam a correr as coisas, porque estava a demorar muito - ela tinha-o convencido que “aquilo ía ser trigo limpo, farinha amparo”.

Aqui, segundo me contaram, você foi moderado e tombava mais para o não.

O que o fez mudar? O prometimento também de um lugar de vereador??

Quem não tem legitimidade para quê????

16º Episódio – O Amaral Lopes terminou a reunião dizendo que a reunião na Nacional seria com a presença de toda a Comissão Política e que assim que tivesse conhecimento da data informaria para poderem estar presentes.

Os “ditos” vociferaram e insultaram até a Comissão Política Nacional, dizendo que não se dariam ao trabalho de lá ir, que eles não percebiam nada do que estavam a fazer, que o PSD ía perder as eleições em Oeiras e no País. Marques Mendes teria que dar contas a seguir pelos maus resultados autárquicos no País.

“O que interessa é ganhar a qualquer custo, esteja em causa o que esteja. Isto vai dar tudo em nada. “O Homem” (leia-se Isaltino) acaba por se safar e quem perde é o PSD. Eu não quero ser conivente com esta decisão. Não ponho os pés na Nacional. Não quero saber nada disso.” – Palavras textuais de Helena Lopes da Costa.

Levantou-se, saíu e levou consigo a “sua côrte”; segundo parece foram ter com Isaltino a Carnaxide.

17º Episódio – Foi solicitada a reunião à Nacional.

18º Episódio – Fez-se a reunião na Nacional. Foram solicitadas sondagens.

19º Episódio – Durante este período tanto a Helena Lopes da Costa como o próprio Isaltino Morais convidaram membros da CPolítica para um café, fizeram-lhes vários telefonemas para os convencer a voltar atrás na decisão.

20º Episódio – Foi feita nova reunião da CPolítica tendo esta já na sua posse estudos de opinião sobre a possível candidatura de Teresa Zambujo. Os resultados das Sondagens no entanto não estavam ainda disponíveis. Mais uma vez Helena Lopes da Costa, acompanhada da sua corte, queria porque queria, que fosse tomada uma decisão final. A Comissão Política deliberou aguardar os resultados das sondagens encomendadas.

21º Episódio – Mais uma vez se assistiu a uma gritaria.

Aqui já você vociferou também, segundo me contaram.

Como? – disse eu – Não acredito. O Nuno???

Mas parece que foi verdade, assistiu-se a uma total falta de respeito pelo partido, pelos outros, demonstrando uma falta de ética, de princípios, de desrespeito total pelo direito e liberdade que todos devem ter de ter uma opinião própria, demonstrando sem qualquer equívoco que estavam muito atrapalhados por ter prometido a Isaltino o que não podiam prometer. Quem prometeu foram V.Exªas, Sr Nuno, não foi mais ninguém.

A Comissão Política é um órgão Colegial e Vivemos em democracia. Não Estamos já no tempo dos “caciques” de baixo nível.

22º Episódio – Foi agendada nova reunião.

23º Episódio – Já com toda a informação recolhida a CP reuniu. Foi analisada toda a situação. As sondagens demonstravam que a Dra Teresa Zambujo tinha condições de ganhar a Câmara. O Amaral Lopes quis ouvir toda a Comissão Política. Todos os que quiseram defenderam as suas ideias.

Assistiu-se novamente a uma cena digna de um filme de Fellini. Os defensores do Apoio à candidatura de Isaltino Morais depois de defenderem as suas ideias, partiram para a ignorância total de qualquer regra, raiando mesmo a má educação, a grosseria torpe, a total falta de respeito.

O Presidente e a restante CPolítica que tinham tido a coragem de discutir e analisar a questão sem seguir que nem carneiros a “ordem” daquela que se achava “Dona e senhora” de todos, limitaram-se a ouvir tudo e a nada ripostar. Foram até ofendidos.

Assiste-se de seguida a um ataque pessoal a Amaral Lopes, cheios de raiva. Eu penso que mais uma vez, Helena Lopes da Costa os incendiou contra Amaral Lopes, propositadamente para que estas cenas acontecessem. Se calhar pensava que ele se amedrontava com ameaças torpes e recuava. Não funcionou. Ninguém teve medo.

Eu no lugar deles não sei se me teria segurado, sem assentar 2 murros bem dados a 2 ou 3 daqueles meninos.

Depois de toda a onda de insultos e sem sequer lhes responder o Amaral Lopes pôs a Proposta à votação. Foi votada por Voto Secreto.

A Proposta foi Recusada por maioria :

7 Votos a favor da Proposta da Helena Lopes da Costa

8 Votos contra a Proposta da Helena Lopes da Costa

24º Episódio – Quando se verificaram os resultados da votação assistiu-se a mais uma sessão do mais baixo que há de falta de tudo. Nem encontro adjectivos no dicionário da língua portuguesa, que é tão rica, para qualificar os diversos comportamentos quando verificaram que tinham perdido.

Houve mesmo provocações que podiam ter levado à confrontação física.

A “linda donzela” Helena Lopes da Costa, completamente descomposta, tal era a fúria gritou todo o fel que tinha dentro, disse que iria apoiar a candidatura de Isaltino Morais contra a decisão do Partido, e apoiou, não queria ter nada a haver com aquela Comissão Política, nunca mais lá punha os pés, e não pôs, não reconhecia as decisões hierárquicas do partido, porque não reconhecia capacidade a tal hierarquia, e tudo fez posteriormente durante a campanha autárquica para confirmar estas suas declarações.

Os membros da Comissão Política que votaram Não, tiveram muita coragem.

Parece-me Nuno que Você a secundou nestas declarações, não foi?? Diga lá. Mas diga a verdade, tábém??

25º Episódio – Ainda não estava tudo perdido para eles. Foram tentando tudo. A Helena Lopes da Costa estava desesperada. Os seus apaniguados também.

26º Episódio – Perderam em todos os campos. A candidata pelo PSD à CMOeiras é Teresa Zambujo.

27º Episódio – Folhetim Listas da CM Oeiras

Helena Lopes da Costa para ser a nº 2 da lista do Isaltino corria o risco de ser expulsa. Isso não lhe dava jeito. Se o Luís Filipe Meneses, que ela decidiu apoiar ganhasse a liderança do partido ela ganhava mais, mas para isso tinha que estar cá dentro.

Recua. Já não quer ficar nas listas. Não arrisca. Quem lá fica?? Todos os burros que ela empurrou e acreditaram no seu cantar de “sereia”. (Ó Nuno, de sereia tem já pouco, não acha??)

Volta à Guerra da lista da vereação de Lisboa. Ofereceu-se de todas as formas. Não teve sorte. Ficou de Fora. (A meu ver muito bem, não só pela sua incompetência, mas também pela sua falta de escrúpulos).

28º Episódio – Amaral Lopes é convidado para a lista de candidatura à Câmara Municipal de Oeiras, sem saber sequer em que lugar ficará, aceita.

29º Episódio – Amaral Lopes está no Algarve de férias e deixa o termo de aceitação para a Candidatura à Câmara de Oeiras assinado e entregue na Secção.

30º Episódio – Recebe um telefonema no Algarve para vir a uma reunião em Lisboa.

31º Episódio – Vem. É convidado para a Lista da Vereação da Câmara Municipal de Lisboa. Diz ao Partido que ficará onde entenderem que será mais útil ao Partido.

32º Episódio – O Partido entendeu que deveria ficar na Lista de Lisboa. Dá conhecimento a Teresa Zambujo.

33º Episódio – O Amaral Lopes aceitou. Ficou na Lista da Câmara Municipal de Lisboa. Foi Eleito. É Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa.

FIM do Folhetim

Thursday, September 21, 2006

Investigações na EPUL

As empresas municipais foram criadas para prestar serviços “de reconhecido interesse público”, diz a lei.

Abundam histórias de clientelismo e de apoios políticos comprados através de “lugares” distribuídos nestas entidades.

Estou muito interessado na investigação que decorre na EPUL, vamos ver se se conseguem apurar responsabilidades.

Sabiam que a dita senhora Helena Lopes da Costa também passou pela administração da Valorsul?? Sabiam?? Gostava também de saber para quando uma visitinha da Judiciária a esta empresa. E à GEBALIS??? (também tutelada pela mesma senhora). Sabem que está na falência?? Isso então é que era bom. Ficávamos todos a saber muita coisa. Se calhar é para breve!!!

Pacto de democraticidade

Ao ver os blogs, fiquei perplexo com um artigo do Cais da Linha e do Politicopata pois transmite uma imagem de moral e seriedade que quando se conhece a verdade, nos transtorna.

É realmente interessante saber que a Helena Lopes da Costa considera que o seu filho tinha que ter um tratamento especial, só por ser seu filho; é engraçado. Se a CPolítica decidiu que todos os candidatos têm que ir à Secção para uma reunião com a CP, é para todos. Não há excepções. A democracia assenta em regras e tem que haver respeito por elas e são aplicadas igualmente a todos. Ninguém pode exigir tratamento diferente.

Toda a gente sabe que a HLC nunca cumpriu regras que não as dela própria. As que servem os seus próprios intentos.
Basta lembrar que nas últimas autárquicas apoiou, contra o partido, candidatos independentes, dando-se ao luxo de fazer campanha ao lado deles. Normas, princípios, regras são palavras que não estão no seu dicionário.

Agora faz o choradinho fazendo-se de vítima e querendo dar a entender que “não estão a ser admitidos militantes propostos por quem tenha apoiado Luís Filipe Meneses”. Só podemos rir para não chorar. É triste tanta falta de vergonha e tão pobres e mesquinhos argumentos. Ela própria sabe que não é assim, e está mais uma vez a tentar manipular a emoção dos militantes de Algés, fazendo-se de vítima, de incompreendida e perseguida.

No entanto quero acrescentar que se assim fosse, não estariam a fazer mais do que ela própria já fez.
Estará esquecida de que todos os militantes que viessem propostos por alguém ligado ou apoiante do Isaltino Morais, há uns anos atrás, quando era Presidente do PSD Algés, ela pura e simplesmente não os admitia??
E havia várias formas de procedimento, ou desapareciam as propostas, ou rasurava datas e assinaturas, ou havia militantes fictícios, ou simplesmente não os admitia.
Se alguns dos que hoje a seguem quiserem ser honestos poderão testemunhar todas estas afirmações, mas é claro que também não lhes convém.

Estará ela esquecida que teve um processo no tribunal de Oeiras, em consequência de um acto eleitoral na secção? Houve um grupo de militantes que a processou por irregularidades e falsificações de propostas de militantes que votaram indevidamente. Eram as “espingardas” da Helena, coitada. Lembro-me de me terem contado que ela tentou uma intermediação para que não fossem em diante, e mais uma vez as pessoas desistiram a bem do partido, para que o PSD não andasse a ser enxovalhado nos jornais.

A senhora não existe. A forma de fazer política que a senhora conhece é o mero terrorismo político, baixo e torpe. Ideias sérias não tem. De política não entende nada. Até o PC já abandonou essa forma de estar na política.

Já agora, gostava que me informasse se o Sr Aníbal Cabeça reside na sua casa em Algés? Confirme-me lá essa informação, uma vez que ele está como militante da Secção de Algés, com a morada da sua casa. É Correcta esta informação?

No entanto eu também tenho outra outra morada do Sr Aníbal Cabeça: Segundo me informaram o Aníbal Cabeça reside numa casa em Lisboa, distribuída por si, quando era Vereadora da Acção Social da CML, e como tal tinha o pelouro da habitação social. Será Verdade?? Coitadinho do Aníbal. Não pode pagar uma renda normal. Precisa de uma casa da habitação social!!........

Mas meus queridos amigos, não tentem verificar esta informação, porque segundo parece a casa não está no seu nome. Saberá a HLC no nome de quem está??
Pois eu sei.

Já agora só mais uma pequena pergunta: Onde trabalha o Aníbal Cabeça??
Pois é, nem mais nem menos, do que administrador da EPUL.
E quem lá o pôs? E quem era a Vereadora que tinha a seu cargo a EPUL??
Helena Lopes da Costa.
E quanto ganha ele na EPUL? Será que não chega para pagar uma renda normal de forma a que a “lenita” com muita peninha dele lhe deu uma “Casita” de habitação social?? Será??

Sabem quem é Helena Lopes da Costa??
A Sra que se vitimiza e pede no Conselho Nacional do PSD “um pacto de democraticidade interna”, de acordo com as notícias dos blogs.

Saberá a Helena Lopes da Costa o que é “democraticidade” ?
Será que no curso de Ciência Política ensinam isso? Será que ela estava lá na aula em que deram essa matéria?
Será que ela tem um caderninho onde aponta as palavras difíceis e bonitas para as empregar quando precisa, sem saber de todo o que significam?

Tanta desfaçatez, falta de carácter e de princípios já cheira mal.

A Helena Lopes da Costa se tivesse vergonha ficava calada. Pedia até a Deus que ninguém se lembrasse que ela existia.
Vá que ela dá com alguém igual a ela, que lhe conhece todos os podres, como eu conheço, e que não se enfeita nada de os pôr a público?
Vá que alguém se lembra de contar a sua verdadeira história, que muitos conhecem, mas, porque não são iguais à Sra não gostam de utilizar os meios que ela utiliza?
Vai ser uma chatice.

Há mais, há muito mais ………

Thursday, August 31, 2006

Com que então "não cumpre os estatutos"!

Caro Nuno

Ao tomar conhecimento do artigo “Secção de Algés não cumpre os estatutos” pensei duas vezes se deveria mandar este meu comentário, mas lá vai:

Não sei se o Marques Mendes ou o Amaral Lopes foram a uma reunião na Secção de Algés, quando se fizeram militantes, mas eu fui e era Presidente a tua queridissima amiga Helena Lopes da Costa. E Esta Eim?? E porque é que fui?? Podes perguntar. Porque era “persona non grata”.

Muito me espanta que a própria estranhe este procedimento, porque ela sim o utilizou a seu belo prazer e o meu proponente não tinha o curriculum negro que ela tem, como militante do PSD. Não vou aqui lavar roupa suja, tu não sabes, porque és novinho nestas andanças, mas eu apesar de não ser um militante muito antigo da secção de Algés conheço ”toda a triste história da Maria Helena Lopes da Costa”.
Como ela ascendeu, as negociatas políticas que fez, com quem esteve e quem atraiçoou. Aliás todo o seu percurso foi um percurso de traição a grupos e a pessoas. E assim foi subindo até chegar à Comissão Política Nacional com Durão Barroso. Muito me entristeceu, e disse-o a quem de direito, vê-la na CPNacional com Durão Barroso.

Enquanto tudo lhe correu de feição, esteve tudo bem, quando os ventos e marés a afastaram do poder, ela voltou a mostrar quem realmente é. É esta Helena que eu sempre conheci: Mentirosa, manipuladora, que se serve da ignorância e desconhecimento dos factos, que engana os mais fracos, que compra e promete benfeitorias e lugares. Os mais fracos, necessitados e ambiciosos vão atrás, à espera das possíveis migalhas que ela possa deixar cair. É triste tanta fraqueza de espírito, mas demonstra muita falta de carácter e de princípios quem dessa fraqueza se aproveita.

Em relação à interpretação que fazem dos estatutos, só prova que a Comissão Política da Secção de Algés está a agir correctamente. Como é que é possível que militantes como a “Digníssima Criatura” desconheça, e com tantos cargos no Partido, dê provas de tamanha ignorância e possa dar-se ao luxo de fazer quaisquer comparações e publicar a seguir o resultado do seu raciocínio e as mais variadas “diarreias mentais” resultantes do mesmo.

A Comissão Política ao admitir qualquer militante é responsável politicamente pela sua admissão. É não só dever como obrigação de qualquer Comissão Política aferir das condições ou não de qualquer candidato a militante.

As pessoas que se encostam sempre a quem dá mais, ou melhor paga os seus favores, são parasitas e esta é a única linguagem que conhecem: “A delas próprias”. Chega a ser ridícula e primária tanta falta de vergonha.
Neste mesmo artigo é dito que a dita Sra é Vice-Presidente da CP Secção. É mentira, não é, e defendeu nas últimas autárquicas todas as posições contra o partido na escolha dos candidatos autárquicos, especialmente em Lisboa e Oeiras. Eu vi-a na Televisão a fazer Campanha em Gondomar com o candidato independente, Valentim Loureiro, ou seria um Fantasma??
Embarcou no apoio público a um candidato independente contra o candidato do PSD; Acompanhou toda a campanha do Dr Isaltino Morais em Oeiras, de forma pública. Eu vi-a na defesa deste candidato em declarações públicas, na televisão num debate, em plena campanha em Algés, ao lado do Dr Isaltino Morais, no Jardim de Algés, confrontando-se divertidíssima, embora com ar de tresloucada, com a campanha do PSD que se encontrava no mesmo Jardim. Será que também vi um fantasma?
E podemos perguntar nós:
Porque liderou a Helena Lopes da Costa um processo contra os candidatos escolhidos pelo Partido para as Câmaras de Lisboa e Oeiras?
Será porque com qualquer um dos candidatos escolhidos, nunca faria parte da lista de vereadores? Será que a sua prestação na última equipa da Vereação de Lisboa deixou alguma coisa a desejar? Será? Será?.....
Será porque o contrato com o Dr Isaltino era ser ela o nº 2 da lista e quando ao fim de mais ou menos um ano ele saísse, ela seria a Presidente da Câmara de Oeiras, de borla, com facilidade e sem ter que se sujeitar ao escrutínio da população? É que segundo parece as sondagens com o nome dela como Candidata à CMO tinham acho que 3% de hipótese de ser eleita.
Mas é claro que ela não é completamente parva e então, quando ficou decidido que o Dr Isaltino Morais não era o candidato apoiado pelo PSD a solução encontrada já não lhe servia, porque ela não podia correr o risco de ser expulsa.
Incautos foram todos os que embarcaram neste barco furado embalados pelo seu “belo cantar de sereia”. O resultado viu-se: Foram todos expulsos e o que me espanta é que continuam a gostar do seu cantar; são bonecos invertebrados que ela utiliza a seu belo prazer, e vai pagando um ou outro favor aos mais exigentes.
Chega!!!!
Estes senhores não podem continuar a dizer o que lhes apetece, a tentar manchar de lama quem não procede como eles e continuarem impunes a rirem-se na nossa cara, “bens instalados na vida” e a acharem que são umas vítimas, transmitindo uma imagem de moral e seriedade que quando se conhece a verdade, nos transtorna.

Vão ter que pôr de lado a demagogia e hipocrisia; não se engana toda a gente eternamente, e alguma vez irão abrir os olhos e verificar que estiveram a ser usados; pois se alguns não conhecem a sua realidade, outros, ao contrário conhecem-na muito bem e irão sempre denunciá-la para que venha realmente "um tempo novo", sem parasitas, sem aldrabões, sem vendilhões .....

E já agora lembro uma passagem da bíblia em que Jesus entrando na cinagoga “expulsou os vendilhões do templo”.

E eu acredito e defendo sempre “A VERDADE”.

De que têm medo??

A secção de Algés sempre foi uma Secção forte e empenhada e com as eleições autárquicas de 2005, a escolha do candidato autárquico aqueles que se mantiveram ao lado do partido têm quase a cabeça a prémio.
São caluniados e chamam-lhes os nomes que lhes apetece; são difamados onde lhes apetece (nos jornais, internet, à porta da secção em dias de assembleias eleitorais), e eles têm que continuar a ver os cabecilhas de todo este panorama a desempenhar funções em nome do partido, a fazer declarações em jornais e a dar palpites sobre a vida interna do partido.
É também citado no mesmo artigo que “sendo a proponente quem é, era razão mais do que suficiente para que o candidato a militante fosse admitido”
Informo também quem não sabe que atempadamente foi apresentado ao Conselho de Jurisdição, pela Comissão Política do PSD de Algés, um processo disciplinar a alguns dos indivíduos com provas factuais de terem apoiado a candidatura independente contra o PSD.
Também a Maria Helena Lopes da Costa faz parte deste processo. E exactamente porque desempenhava funções políticas em vários órgãos do partido, tem responsabilidades acrescidas em todo processo, que levou a que o PSD perdesse as eleições na CMO.
Esta senhora faz-se acompanhar de autênticos sindicatos de votos, gente que a secção nunca viu, nunca estiveram presentes nas batalhas eleitorais que o partido enfrentou. A alguns deles se lhes perguntarem quem é Sá Carneiro e porque é que se fizeram militantes do PSD, talvez não saibam responder. Não moram nem nunca moraram na área da secção; não trabalham na área da secção; não participam na vida da secção e são militantes da secção de Algés com moradas falsas. Grande parte deles dependentes de favores, do prometimento de lugares, etc.
São “militantes fantasmas”.
E continuamos todos felizes e contentes.

Estou solidário com todos aqueles que tiveram a coragem de dar um passo em frente e dizer não: dizer não ao compadrio, dizer não aos parasitas, dizer não ao jogo de interesses; penso mesmo que é uma obrigação moral de todos os militantes apoiarem uma CPS que, contra ventos e marés, lutaram, trabalharam e defenderam a bandeira e os ideais do PSD.

E no que respeita às assinaturas falsas de subscrição de um possível candidato à liderança do partido e que, segundo os jornais, trezentas e tal eram da secção de Algés? Quem as falsificou? Serão os mesmos? Será que estava lá alguma das nossas? E o que fazemos? Nada? Vamos permitir que todos esses senhores continuem impunes? O Conselho de Jurisdição nada pode fazer?
Vamos permitir que, aqueles que já provaram pelos seus actos, que não servem para chegar ao poder porque não o sabem exercer com dignidade continuem a ter oportunidade de ascender a ele, através de métodos enviesados e sem qualquer critério? Que não olham a meios? Temos que dizer mais uma vez Não.
É pena se não o fizermos. A Secção de Algés foi criada no tempo de Sá Carneiro, por mérito dos seus militantes, pelo reconhecimento da sua dedicação e empenhamento. É pena. Como é que o PSD pode ser respeitado, lá fora, quando cá dentro tem gente capaz de atitudes como estas.
Será que nós, aqueles que respeitam as regras internas do partido, aqueles que respeitam os seus princípios e aquilo que Sá Carneiro sempre defendeu é que temos que sair por não concordarmos com a “bandalheira” em que querem fazer caír este partido?
É de lamentar que no nosso partido estas situações se passem e que vejamos o PSD citado nos jornais sempre pela negativa.

Só espero que “criaturas” como esta sejam postas a trabalhar realmente, que acabem as cedências de lugares a incompetentes e parasitas, pois quem lhes paga somos todos nós, com o nosso trabalho.

Não passam de “sanguessugas do sistema” que sem qualquer pudor ainda se apresentam como “profetas da moralidade”.
Tanta falta de vergonha já incomoda. Tem que se pôr um ponto final. Tenha Vergonha na Cara Minha Senhora. Vá para casa, que lá é que é o seu lugar. Vá tratar do seu marido e da sua família.

A verdade doi, mas tem que ser conhecida.

E Há Muito mais.......

341 assinaturas falsas são de Algés

Correio da Manhã, Quinta-feira, 4 Maio 2006

PSD - ACÓRDÃO NÃO ACUSA JOSÉ PEREIRA COELHO
Rebentou o escândalo no PSD:
Na lista de 784 subscritores da candidatura de José Pereira Coelho à liderança do partido constam 341 assinaturas falsas, a grande maioria são da secção de AIgés.

Segundo apurou o CM, o acórdão do Conselho de Jurisdição Nacional (CJN), ontem redigido, não faz qualquer acusação de fraude a José Pereira Coelho, pois existe a convicção de que este foi uma vítima. No entanto, e dada a gravidade da situação, vai ser feita uma participação à PJ.

José Pereira Coelho, administrador hospitalar residente em Coimbra, disse ao CM que sente-se "ofen­dido na sua honra e dignidade" e exige saber quem cometeu a fraude e garantiu que irá falar com o seu advogado, Rodrigo Santiago, caso seja necessário.

A candidatura de `Zé Beto' – como José Alberto Pereira Coelho é conhecido no PSD – às eleições directas, que se realizam amanhã, começou mal e acabou mal. Na passada quinta-feira, o CJN apenas validou 1165 de um 72 horas para apresentar as restantes 335 assinaturas válidas. No sábado, `Zé Beto' entregou mais 784 assinaturas e anteontem, o CJN reuniu-se para certificar as assinaturas. Tarefa que só acabou ontem de madrugada. Os nove elementos do CJN, segundo soube o CM, nem queriam acreditar: 15 minutos depois de começarem a análise apareceram dois nomes de militantes já falecidos. Depois identificaram o nome do militante Afonso Neves que estava presente a fazer o escrutínio, que garantiu não ter subscrito a candidatura. A situação era preocupante, porque uma funcionária do partido, de nome Otilia, também negou ter assinado a candidatura. Os membros do CJN começaram assim a contactar uma a uma, por telefone, os nomes da lista. Por volta da meia noite de terça-feira, as assinaturas inválidas já não permitiam a “Zé Beto” ser candidato. A essa hora tinham-se apurado assinaturas falsas, a maioria do distrito de Lisboa: secção de Algés, da secção H, da secção B (Campo Pequeno) e da secção F, do Forno Tijolo. Colocou-se então a questão sobre o que fazer com assinaturas falsas e deliberou-se que, após um inquérito, seria apresentada queixa à PJ. O que só deverá acontecer depois das directas, às quais concorre sozinho, o actual líder do partido Marques Mendes.